Jeune & Jolie



Pode-se dizer que 'Jeune & jolie' (François Ozon, 2013) pouco mais é do que uma síntese (sem particular rasgo) de 'À nos amours' (Maurice Pialat, 1983) com 'Belle de Jour' (Luis Buñuel, 1967).

 A crítica ao tédio num certo 'modo burguês de funcionar' junta-se ao fascínio pelos usos subversivos de uma sexualidade subalterna, assim se compondo um improvável feiticismo, obsessivamente explorado pelo cinema francês (pela força dos precursores, queremos supor - Catherine Deneuve, pois claro).



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