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Ontem, numa entrevista a uma rádio local, perguntaram-me se acredito no futuro do amor (romântico-erótico, entenda-se). Respondia enquanto antropólogo - supostamente desligado do ventilador narcísico - pelo que, anunciando um amor cada vez mais esquivo a idealizações prévias ao 'encontro', experimentei um sim. Sem exemplo.



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