Direitos de autor

'Na relação amorosa, a tendência para dividir o objecto [de desejo] em detalhes discretos, de acordo com um perverso sistema auto-erótico, é refreada pela unidade vivente da outra pessoa' Jean Baudrillard (minha tradução)
 Baudrillard tem razão em tudo menos na  premissa de uma unidade vivente. O 'outro vivo' não é uma unidade que ameaça a autoria que o fragmenta, é, isso sim, uma ficção que reclama os direitos autorais sobre o modo como, a cada momento, concilia os fragmentos de 'si mesmo'.



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