Selva Outonal


Ingrid Bergman em  Autumn Sonata, 1978, Ingmar Bergman.

"O homem sabe que há na alma matizes mais desconcertantes, mais inumeráveis e mais anónimos do que uma selva outonal. No entanto julga que esses matizes, em todas as suas fusões e transformações, são representáveis com precisão por um mecanismo arbitrário de grunhidos e guinchos. Julga que de dentro de uma bolsa saem realmente ruídos que significam todos os mistérios da memória e todas as agonias do desejo." Chestertoon



<< Home