I ain't crawling for no damn government





Wild River, 1960, Elia Kazan

Triste ironia que o mote no título do post tenha sido retirado da cinematografia de Elia Kazan. O passado, o seu passado, a velha história. Nada que me faça hesitar no tanto que lhe quero os filmes; admiro-os demasiado e dizem-me demasiado para que não sinta, também eu, a traição pelo largo espectro daquilo que dele ficou para a posteridade pública. Nalgum sentido preferia não saber: há tanto sacana recordado em mármores impolutas. Também não o teria aplaudido nos Oscars, mas homenageio-lhe a obra às escuras.



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