Avulsos

"Voltamos então à pergunta: Porque é que um niilista escreve? Porque a morte é a última palavra mas não é única palavra. E se a "literatura" é vã, inútil, um pouco ridícula, a poesia não é, a poesia vale alguma coisa. E vemos como, texto após texto, [Manuel de]  Freitas fala daquele poema que está a escrever naquele momento, e assim confessa que a escrita é a única possibilidade. Possibilidade de quê? De uma comunicação directa, prosaica, única, vivida, através de uma linguagem que contraria a estética da dificuldade, porque difícil é a vida, e dizê-la com as palavras certas é  tudo o que temos da felicidade." Pedro Mexia, Ipsilon

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