Gostar do livro pela capa




























Cartaz da Menina Limão.

Na blogosfera, o conceito judaico-cristão de pecado, e a subsequente interiorização - sob a forma de culpa - da lei que te julga, transubstancia-se, como ausência fantasmática, num filme que não viste ou um livro que não leste. A confissão pública é uma expiação possível. E depois, claro, há as lojas (e os sites) da especialidade. Entretanto, podemos hesitar entre a veleidade de não perder o João Lopes de vista - se de filmes falamos - e o conforto, o conforto de achar que a capa nos expõe a um artefacto que tanto atiça a culpa como se basta enquanto peça de desfrute.



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