Primeiro a despenalização, agora isto

Em 2004, com fausto e aparato militar, Paulo Portas, então Ministro de Estado, da Defesa Nacional e dos Assuntos do Mar, impediu o Borndiep de entrar em águas territoriais portuguesas (12 milhas ou lá o que é).

As acções colocadas pelas organizações portuguesas que convidaram o barco contra a interdição l não tiveram qualquer provimento (I wonder...).

Nas instâncias europeias o entendimento foi outro. O tribunal europeu dos direitos humanos acaba de condenar o Estado português nestes termos:
"The Court held unanimously that there had been a violation of Article 10 (freedom of expression) of the European Convention on Human Rights"

Creio, no entanto, que Paulo Portas erra em ver esta decisão como uma derrota pessoal. Nem é ele que vai pagar a indeminização.

Imagem: António, Expresso



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