Historietas da infâmia

A propósito da ida de Ronaldo para o Corinthians (após recuperar de grave lesão no Flamengo), a Marca lembrou-se de eleger os 20 maiores traidores da história do Futebol.

Sempre que um jogador parte numa traição infame, há algo no íntimo do adepto que se achega ao lamento celebrado por Nelson Rodrigues: "Perdoa-me por me traíres". O ódio ao traidor nunca vinga em calar plenamente a pergunta castigadora "onde é que eu falhei?"; nem toda a raiva aos conspiradores suprime o peso de uma injusta auto-flagelação. É nisso que traição se cumpre plenamente como perversidade. (o número de argentinos na lista dá conta de um requintado nominalismo, é cultura simbólica do traído definir como traição o futuro de um adeus).

"1) Figo. Del Barça al Real Madrid.
2) Roberto Baggio. De la Fiorentina a la Juve.
3) Ruggeri. De Boca a River Plate.
4) Sol Campbell. Del Tottenham al Arsenal.
5) Batistuta. De River a Boca.
6) Romario. Del Flamengo al Fluminense, previo paso por Vasco da Gama.
7) Cruyff. Del Ajax al Feyenoord.
8) Caniggia. De River a Boca.
9) Hugo Sánchez. Del Atlético al Real Madrid.
10) Mo Johnston. Del Celtic al Glasgow Rangers, previo paso por el Nantes.
11) Tardelli. De la Juve al Inter.
12) Luis Enrique. Del Madrid al Barça.
13) Krancjar. Del Dinamo Zagreb al Hajduk Split.
14) Paul Ince. Del West Ham al Manchester United.
15) Laudrup. Del Barça al Madrid.
16) Aldo Serena. Del Torino a la Juve.
17) Cáceres. De River a Boca.
18) Denis Law. Del Manchester United al Manchester City.
19) Schuster. Del Barça al Madrid.
20) Gatti. De River a Boca."



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