Yesterday Man

"É tanto mais uma função da democracia dar voz aos cidadãos, quanto eles fechem a matraca até terem algo para dizer."
Bons olhos o leiam. Julinho, silêncios como o seu, senão da bondade da tortura,  provam da urgência de um constrangimento enunciativo que iterativamente  (e interactivamente, pois claro) crie uma expectativa capaz de elicitar a coisa dita ao mesmo tempo lhe prefigura o valor. O "algo", se quiser, como posteridade dialógica a despeito de Habermas ou da democracia (o narcisismo partilhado refuta Habermas, e no entanto credita-o). Por falar nisso, aguardo resposta (refuta-me que eu gosto). 



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