PS: deportados e deputados

Vamos percebendo que o PS se reduziu inteiramente a uma máquina cujo propósito primordial é a reprodução no poder a bem de uma selecta carteira de interesses.

1- A aplicação da legislação sobre os medicamentos unidose seria um passo perigosíssimo. Ainda bem que houve o bom senso de travar esta medida tresloucada com estudos exaustivos de duração indeterminada. Pergunto: como é que uma prática elementar há tantos anos por essa Europa fora se protela este tempo todo? É bom de ver que a redução da despesa pública se consola em cortar a direito nas urgências, mas claro: pianinho quando chega a hora de tocar nos lucros da indústria farmacêutica.

2-Este post do Francisco José Viegas sob a deportação dos emigrantes marroquinos é bem representativo de como está cheia a gaveta do "partido anteriormente conhecido como Partido Socialista". Lá ficaram quaisquer resíduos de respeito por pessoas caídas em desgraça. De solidariedade com a pouca sorte dos outros nem vale a pena falar, para mais se forem estrangeiros (até se dão ao requinte de deportações semi-clandestinas ). É pouca sorte viver em em ditadura, como é pouca sorte viver em Marrocos numa pobreza desesperada. É este o PS que tanto deve aos seus exilados.



<< Home