Expiação

Lendo alguma da crítica já disponível, sou levado a crer que o romance de Ian McEwan foi adaptado com algum sucesso. Não li o livro e por isso só posso presumir. Mas, a ser assim (dou de barato), só se prova que uma boa adaptação não resulta necessariamente num bom filme. Do filme, direi, gosto do onirismo que o atravessa (talvez até excessivo), da cena da praia na retirada de Dunkirk, e de alguns pormenores da performance inicial de keira knightley (fase durona).

Como as minhas almofadas sabem, sou um tipo dado ao registo melodramático, mas também dou muito valor aquela linha ténue que separa o doloroso esplendor das emoções fortes de um sofisticado proxenetismo emocional.



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