0-1

Habitualmente, não costumo postar quando o Porto ganha nos confrontos internos. Longe de mim a arrogância de presumir que quando assim acontece se cumpre a ordem natural das coisas e que, portanto, nada fica por dizer. Nada disso.

Por um lado, contém-me um certo sentimento de redundância em relação à posição da balança competitiva; há muito mais a dizer nas derrotas, nas vitórias há euforia sem agonismo ou conflito, e basicamente são o agonismo e o conflito que se me impõem como tema de militância no que à bola diz respeito. Por outro lado, tento uma certa parcimónia: uma posição de respeito pelos leitores (e contendentes) de outros clubes nos momentos em que é demasiado fácil ficar por cima. Posto isto, compreendam a relativa excepção. Depois da pesada derrota de quarta, impõe-se, não pouco, uma nota de júbilo e ressurreição:

Como eu gosto de jogadores diletantes.

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