Vassalos fidalgos

Estou com os abandonados, aqueles que, requinte de desespero, ainda concedem cair de joelhos em nome de uma última oportunidade. Humilhação suprema? talvez. Tenho para mim que o futuro é mais importante que a sobrevivência imediata às maleitas do abandono. E por honra a esse futuro, pesemos ponderosos, não deixa de haver funda sabedoria nos que assim se prostram: muitas vezes só de joelhos se arranca um mandato claro para seguir com a vida na lucidez de uma causa perdida.



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