Porto-Braga.


Como se vive este momento? perguntam-me. Porto e Baía de um lado. Jorge costa e Aloísio do outro. Facto. Pois bem, devo dizer que não me sinto fragmentado por aí além. Para mim a estratégia nestes casos é óbvia: viver o ontem como se não houvesse hoje. Assim sucessivamente, assim se vão compondo relicários deferidos.
Mas à nostalgia instruída não falta engajamento quotidiano, o presente está lá cheio de vontades e quereres. O que acontece é que o compasso de espera funciona como um relativismo radical, um relativismo que tudo vai distorcendo à maneira de um caleidoscópio mais conforme o "nosso tempo".
No que me diz respeito, Baía, Jorge Costa e Aloísio jogam na mesma equipa. Uma espécie de Aleph. Tudo o mais são onirismos dos que vivem o presente discreto.



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