A1

Depois de Borges o espelho deixou de ser o mero duplo de faces realmente existentes. Tudo se diluiu para o leitor investido de fé poética. Descrê no reflexo do espelho, no reflexo das montras, no reflexo do retrovisor. Em plena autoestrada nenhum sinal de luzes o arreda. A A1, por exemplo, cheia desses místicos.



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