Palavra do sr. César das Neves


Hoje, ao contrário de há oito anos, o País vive uma crise grave, com estagnação económica, alto desemprego, fortes carências e contestações em múltiplos sectores. Iniciar nestas condições um debate sobre uma questão tão controversa e dolorosa parece loucura total.

O aborto, como o terrorismo ou o crime, não melhora com o desenvolvimento, flutua com a moralidade.

Portugal em 1998 conseguiu conter a principal maré ideológica do nosso tempo. Se o aborto tivesse sido liberalizado, sofreríamos agora a confusão de temas que países próximos, com leis mais "avançadas", sofrem. E viveríamos os terríveis estragos humanos que por lá se vivem.


Estou convencido que o resultado no referendo pela despenalização do aborto muito depende do protagonismo que venha a ser obtido por figuras como César das Neves, Paulo Portas e Alexandra Tété. Portanto: é dar-lhes antena.



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