Teoria da Conspiração

Quem quiser compreender o que há de relacionalmente forjado no fundamentalismo islâmico capaz de terrorismo, ou, pelo menos, quem quiser compreender a presente escala e facilidade de disseminação pelas novas gerações desse radicalismo, não pode deixar de pôr em altíssima conta este documento que analisa os efeitos da invasão iraquiana na conversão da Al-qaeda numa perigosa ideologia. A face do Ocidente invasor é Bush não o Papa, de quem, sublinhe-se, apenas se esperava que seguisse o trilho conciliador de João Paulo II (aquilo que em discussão alguém designava de "abrir as pernas aos muçulmanos" - sem comentários tal compósito de alarvidade).

Já agora, Pacheco Pereira bem que se podia ter poupado a insultar, como o fez, os que deliberaram dar crédito ao documentário Loose Change: "Ponham lá aí um cartaz a dizer que eu sou muito estúpido". Sujeita-se, a que alguém o lembre, como lhe lembrou o Boss, que acreditou nas armas de destruição maciça. Sem avaliações insultuosas à capacidade intelectual de quem quer que seja, vale lembrar que o negacionismo e o voluntarismo inconsequente se irmanam na história da barbárie.



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