Pelo que aí vou lendo, é melhor voltar a tentar

Via Público:
"A reacção islâmica foi a pior e a mais despropositada, mas a alocução papal era desnecessária e objectivamente visou marcar uma diferença entre duas religiões. Uma diferença e uma superioridade."
José Leite Pereira
Jornal de Notícias, 17-09-06
Curioso, quando se fala de Muçulmanos o Papa ganha os mais insuspeitos defensores. Insólita, a nostalgia bizantina que perpassa (Império por Império, o dos bons, dirão saudosos). A Guarda Suíça de circunstância -- aparentemente não menos ávida de animosidades do que a (assim designada) rua islâmica -- prefere esquecer que o próprio Papa, sem precisar de muletas oportunistas, e sem pedir desculpas, soube viver muito bem -- com classe, diria -- ao dia seguinte. A vontade de simetrias com o radicalismo islâmico, a despeito de um diálogo investido de vontades moderadoras, pressente-se nestes dias, e não é certamente no Papa.



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