Gisberta

Nem a pena aplicada nem o discurso utilizado deixam de ser preocupantes.
Sublinho o que diz o Francisco José Viegas. Ainda, assim, Francisco, acho que a dimensão de "indignação de género" não pode ser descartável conquanto o preconceito transfóbico estivesse presente na motivação dos perpretadores do crime (homicidas, não?). Acho que não nos podemos dispensar a fazer deste crime uma leitura semiológica dos ódios e preconceitos que latejam nas nossas ruas sob perigo da sua "reaparição dramática".
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