Na guilhotina

Co Adriaanse colocou Baía a titular no último jogo contra o Boavista ao que o guardião respondeu com uma monumental joga. Até aqui tudo limpo. Eu só espero que o cinismo do holandês não chegue ao ponto de haver concedido esta titularidade a Baía como pérfida estratégia para lhe retirar a final da taça. Convém não esquecer como -- e graças a quem -- lá chegou. Cá estarei para ver se a dimensão humana do holandês se reduz às pulhices de princípio de época ou se vou ser obrigado a dar-lhe, enfim, a dádiva da dúvida.



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