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Naquela noite importava poder imaginar que o Porto ainda existia enquanto antiquíssima promessa de júbilo. Há noites em que as efabulações são tão vitais que as vemos passar em frente dos nossos olhos. Não aconteceu, bem sei. Mas, toldado por inconfesso querer e nostálgia, convencer-me disso não é fácil...

A ler: "O Porto necessita de jogadores-adeptos. Baía e Jorge Costa, mas também Domingos e Paulinho Santos, André e João Pinto, Augusto Inácio e Fernando Gomes (...) Ainda assim, Fernandéz não foi um erro tão trágico como Adriaanse (...)"



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