A vida como ela é


Meg Ryan após umas quantas intervenções estéticas (achada por aqui).

O título irónico que encima este post, recolhido da recente campanha da TMN -- em que se celebra a diversidade do real numa ode oportunista ao mundo não-estilizado -- dirige-se para a ideia de que as intervenções sobre o real, as suas simulações e exagerações, são, também elas, parte do real, pois que despudoramente se entrosam com ele. Um dia a meia idade será assim. Já é.

Doulas Kellner: I prefer to read Baudrillard as a science fiction, which antecipates the future by exaggerating present tendencies and thus provides early warnings about what might happen if present trends continue.



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