Freitas

Eu sei que está na moda falar mal de Freitas do Amaral, mas, por recurvo desígnio, dou por mim a simpatizar com a irreverência institucional que o senhor coreografa num misto de vaidade pessoal e convicção política (no bom e no mau sentido a vaidade pessoal é um dos incontornáveis motores da história). Ontem excedeu-se, é certo, mas gosto disso, de excessos, e se é verdade que Freitas não tem grande passado revolucionário - ao contrário do que alegou - o futuro promete.



<< Home