A corrupção dos anos

Por muito ingénua que seja a divisão entre maus e bons há um passo interrogativo, digo eu, que infunde essa dicotomia grosseira de alguma densidade. Avanço. Perante a distopia e o desencanto de pouco valerá questionar porque é que os maus ganham sempre no fim. Mais profícuo será indagar o que foi feito dos bons.



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