Das profundezas

Para saciar curiosidade sobre os informativos aqui à disposição, comprei tambem o “O Século de Joanesburgo”, periódico que serve sobretudo os emigrantes madeirenses na África do Sul. Acontece que tropeço numa crónica ali assinada por Alberto João Jardim. Contive o desconcerto. Aprumei a t-shirt. Hesitei. Olhei em volta e reparei que no café ninguém observava (numa terra onde quase ninguém me conhece a minha reputação vale pouco, mas não tão pouco).

Avanço, clandestino. Benzo-me conforme recordo. Peço perdão à mãe que um dia me amou e subverto estimados princípios morais. Leio. Tudo.

Sobrevivi para vos dizer isto: o conselho de segurança da ONU não pode perder mais tempo.



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