Adeus

Revolvo as roupas últimas. Sigo para África, Moçambique, Beira. Por Lá estarei uns meses. Vou dedicar-me ao tráfico de histórias. Seguindo o trilho de habitantes de outras terras, invisto-me na passagem pela vida de moradores de outros corpos. Abandono o meu quarto e a janela de Coimbra de onde sempre vos escrevi. Já das margens Índicas, aqui voltarei para um post de fundo. Uma despedida, um até mais ou um "até ao post seguinte". Não sei. Não sei exactamente o que me espera. Se depender de mim e este blog não acaba aqui e continuarei escrevinhando, afanoso. Eu adoro isto. Mas, como entenderão, seguir por seguir, em escrita agonística, não faz sentido.



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