Metaphors we live by

Metaphors we live by. Trata-se de um livro escrito a 4 mãos por George e Lakoff Mark Johnson (isto presumindo que o bateram no computador, isto presumindo que ambos usam as duas mãos para dar conta do teclado. O resto. O resto foi só fazer as contas. Um prodígio. Eu sei). Quando estes dois senhores se juntam para escrever a "coisa" acontece. Se eles escrevessem um livro sobre receitas de sushi eu comprava (e o que eu gosto de sushi...aahhrrrg). Não vou falar da argumentaria deliciosa, não me deterei em odes à escrita persuasiva. Apenas. O título. Minhas senhoras. Meus senhores. Este título!

Is the concept of love independent of the metaphors of love? The answer is a loud No! The metaphors for love are significantly constitutive of our concept of love.
Podemos prescindir da poesia, dizem, mas as operações mais básicas do nosso pensamento carecem de metáforas para pôr carne numa ideia. O pensamento recorre às codificações metafóricas como estratégia de sobrevivência. Flores, é o que é. Inevitáveis. Flores. O "patétrico" da existêcia ganha substância filosófica (desgraça: notem como substância remete para uma metáfora corpórea).



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