A história de Portugal em luvas

Sabe bem ler os jornais desportivos e perceber que até o mais reles dos comentadores (o único que sempre respeito é o António Tadeia) se rendeu às evidências sobre a valia dos guarda-redes portugueses. Decididamente, Jorge Baptista -- ainda não foi irradiado da comunicação social?! -- e Scolari -- deixá-lo, Portugal merece-o -- tiveram galo. Nada a fazer. Esta é a minha hierarquia há muito estabelecida:
1º- O génio sereno

2º- A certeza pouco respeitada

3º- O quase muito bom

4º- [Neste momento dizer dele aquilo que muitos vinham dizendo do Baía, atentos à mais ínfima falha, seria copiar uma crueldade sem nome. Não o farei. Era demasiado fácil, demasiado vil]



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