Comoção

Muitos de nós não conseguem deixar de nutrir uma comoção em face da queda dos poderosos, por mais vis que eles sejam. Sou fraco, até com a capitulação de Saddam Hussein e Marcelo Caetano (via documentário) me emocionei.
No caso de paulo Portas, mais do que a noção de uma continuada performance política, em que as lágrimas emergem como significante importante, é memória da arrogância que me guarda da compaixão requerida pela sua bem ensaiada retirada (para voltar claro).



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