Manifestos

Por estes dias os simbolistas afectos às coisas do calendário andam às voltas com questiúnculas vizinhas da frase que Francisco José Viegas adpotou para o seu Aviz:
We have no more beginnings.
GEORGE STEINER
É bem Verdade. Mas na vida pessoal e política há outra frase que nos dá o aviso de sinal contrário: Play it again Sam É a linha que nunca foi dita no Casablanca e que fala do cativeiro da repetição, seja ela ela a repetição vivida ou a reiteração do passado, aquela destrutiva, que faz do vivo um cativo da memória. Por isso, muitas vezes a única coisa séria que se pode fazer em relação à verdade de Steiner é discordar sob a forma de um manifesto vivido.



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