A vontade de dizer

Pelos mais risíveis e aleatórios dos motivos Maria Filomena Mónica volta a trazer às páginas do público os ódios que a assolam: "Não se pense que o facto de, em anteriores ocasiões, ter criticado Boaventura Sousa Santos releva de uma qualquer obsessão, causada sabe-se lá por que rasteiros motivos." Ora essa, realmente, que ideia douda! O texto só lido.

Como bem sublinha o Luís Rainha, talvez alguém devesse avisar MFM que o rancor e a inveja que lhe vão na alma se notam um assim... um bocadinho. Enternece vê-la a falar da poesia, dos sistemas jurídicos, como se uma qualquer crítica literária ou sociológica a movesse de facto. E acho bem que o Público lhe guarde um espacinho para estes ódios; sejamos profiláticos, antes a caneta que o picador de gelo.



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