histórias

É sabido que eu me derreto por registos intimistas, confessionais, you name it. Razão, aliás, porque volta e meia me ponho a perorar sobre as almofadas que comigo partilham o leito. Mas o que agora vos proponho é, antes de mais, um post bonito acerca da aceitação da perda, num registo que se escusa às construções fáceis do género "I´m beter off". Também pode haver uma dolorosa honestidade nas narrativas de contingência: as histórias que retrospectivamente contamos, as histórias que nos ajudam a viver com eventos - aparentemente - vazios de sentido. Se puderem vão espreitar.



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