Devaneios comensais

Ontem, à volta de uma mesa, respondia eu a uma intessante pergunta que me tinham feito, quando fui interrompido pelo suspiro de uma moça que, entre uma garfada e outra do filete de bacalhau, atirou com o silenciador do "pseudo-intelectual". Reconheço, se me dão a corda certa - não sei de onde vem a metáfora do "dar corda", mas deve ter a ver com muita ou pouca corda, e não com corda certa ou errada - como dizia, se me dão a corda certa, aturar os meus devaneios de bolso não será fácil, mas sai-me assim e sempre há um ou outro que me desafia. Depois de acabar o meu argumento, lembrei uma das razões centrais por que criei um blog: poupar vítimas como a moça do filete. Lembro então à comunidade que este blog - com pseudo no cabeçalho - cumpre uma nobre função social.



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