Amores de Verão

Os amores de verão. Fulminantes, intensos, poéticos, esmaecem sob a areia porque não são vivíveis, dizem. Assim acontece porque supostamente pertencem à liminaridade, à passagem representada por uma estação que subtrai os amantes aos costumeiros mundos da vida. Pelo que me contam estou cada vez mais convencido que os amores de verão não são um fenómeno sazonal, mas uma metáfora de largo alcance que nos fala do modo como tantas vidas se cruzam. Em tantos momentos do ano, às vezes anos.



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