Estranhos de Passagem (Dirty Pretty Things) act.

Uma oportunidade para rever a Audrey Tatou do Amélie Poulin. Só pelo seu encanto naíve - recuperado em termos radicalmente diferentes - já valeria a pena. Mas há mais, muito mais. Imigração, precariedade, exclusão, humilhação, amor, itinerância, memória. Resgatamos nós as geografias poéticas de quem não tem tempo para as viver. A vivência do amor não será um luxo de cidadãos de primeira, mas às vezes é um luxo.


Gosto desta foto: pela genial expressão dos actores, pelo underground cosmopoltism que se insinua, pelo aeroporto adivinhado no fundo, pela beleza da "trangressão racial", pela urgência da partilha.



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