Nacionalismo e a "Máquina do Desejo"

Não é a primeira vez que ouço ou leio alguém fazer referência à beleza de Figo. Como pessoa atenta costumo dizer: "ganha juízo!" É certo que os gostos variam, mas para mim tais decarações são, mais que tudo, a prova tangível do quanto os nacionalismos ainda trabalham com a "máquina do desejo" de que nos falam Deleuze e Guatari. Obviamente não somos imunes aos modelos culturalmente forjados, mas se é de beleza mediterrânica que se trata, então falemos a sério, sem nacionalimos:

p.s. Remeto esta foto à especial atenção das leitoras (que suportam agonisticamente as minhas derivações pelo futebol), não esquecendo, naturalmente, alguns sectores da blogaysfera.



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