Ainda os perfumes cativantes

Leio argutas reacções à fragrância que aconselhei. Não acham curioso? Falamos de perfumes e penssamos logo em relações. Há duas razões:
1- Na maior parte das vezes os perfumes são oferecidos, logo, implicam relações de dádiva.
2- O odor de um perfume depressa se torna neutral para quem o usa, é na sensibilidade d@s outr@s que ele realmente faz sentido.

Para além dos comentários, Suhi com cólera, Eu é mais bolos, 10O nada e a Duende dedicam ao tema interessantes posts.
A Teresa vê nos perfumes uma oportunidade para novos aromas relacionais, atenção que ela não fala em novas relações!
A 100 nada é peremptória: "É um tema de sedução, esse dos perfumes... (o perfume dela é Angel)
A Duende é poderosamente sugestiva: "Eu só tenho a dizer que uma verdadeira girl se veste de Chanel nº 5 e maináda (literalmente)."
A Lili brinda-me com um post tão delicioso como hilariante. Desconcertante, ela adivinha uma namorada para as minhas bandas: "nota-se bem pelo blog dele que está mesmo na fase apaixonadíssimo".
Com a deixa da Lili, sinto-me impelido a discorrer sobre os fundamentos vivenciais da minha estética celibatária, mas, por uma vez, tento suster a minha pulsão confessional.



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