Irónicas profecias (de Borges a Maradona)

Jorges Luís Borges; como alguém dizia o melhor é começar pelas obras completas. O seu génio literário é demasiado arrebatador para que eu me dê ao trabalho de lembrar as suas visões políticas. No entanto, embora contrariado, abro uma excepção neste blogue para lembrar as proféticas palavras inscritas no Livro da Areia , em 1972:
"A Rússia vai apoderando-se do planeta; a América, atada pela superstição da democracia, não se resolve a ser um império".

Ai Borges... mal sabias tu que seria a "superstição da democracia" a justificar o império. São estas as recurvas sentenças do destino, desgraçadamente.

(Coisa estranha. Já com Maradona... Não sei porque raio, as minhas adorações argentinas nunca me conseguem desiludir o suficiente)



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