2000 anos para isto?

Uma pessoa esforça-se para apresentar teorias arrojadas, inventar conceitos, enfocar práticas sociais menos conhecidas, destabilizar as construções de género, evocar pós-colonialistas, idealistas, solipsistas, pós-modernistas, pós-estruturalistas, e depois verifica que o seu rasgo de excentricidade, afinal, é acreditar em Deus e gostar de ler os evangelhos. Bolas.



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