Protolinguísmo ou a prótese da origem

Amanhã [dia 17] Jacques Derrida vem a Coimbra. Eu devo aparecer lá assim que acordar. Será que o miniscente e o reflexos de azul eléctrico vão faltar a esta?

No fundo, o imperativo que me insta a ir assistir ao Derrida, é recapitulação deferida do imaginário presente na fantástica música das amarguinhas:

Pois os meus pais nao me querem deixar sair
Logo hoje que eu tenho mesmo de ir
Ah industria ha uma festa, nao posso faltar a esta
Pois eu tenho, quero e devo mesmo la ir


Já estou a sentir o ritual da dança.



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