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Escrevo em angústia.
Persevero na esperança, mas ressoa enorme um desespero próximo. Com a possível convicção lá dizemos: “força amigo”. Eu digo: “força amigo”; mas não lhe peço tanto. A vida apressada parece querer esvair-se ao pai do Barradas, o Barradas-pai. Ela escorrega, esmaece, tão fora de tempo, tão cheia de despropósito!
─ “Já mal fala, está fraco, só me olha doce com aqueles olhos lindos”.
Nesta hora de sábado os “ses” e os “quandos” revertem-se temerosos na iminência de uma despedida.
Amigo, meu amigo, deixa-me chamar-te Barradas, deixa-me pedir-te que fiques.





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